quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Cufa Curitiba desenvolve ação na Caximba

A Central Única das Favelas do Paraná, base de Curitiba, no dia 03 de Setembro esteve visitando o projeto Move Vidas. O projeto tem sua sede localizada na Caximba no extremo sul de Curitiba, no local por anos funcionou o aterro sanitário da cidade. A Caximba é uma região em pleno desenvolvimento e expansão territorial que após desativação do aterro passou aglomerar uma grande população formando um pequeno complexo de comunidade. Hoje, com vida própria e variados comércios, a Caximba atrai os mais diversos investidores. Á convite da jornalista Raíssa Melo, os membros da Cufa, Francês, Luciana Macedo e Zé da Cufa foram conhecer o Projeto Social Move Vidas na Favela do Abrão.
No Projeto as crianças passam parte do tempo sob á coordenação da professora de capoeira Gaivota. A professora de capoeira á alguns anos atrás observou o tempo ócio das criança da sua comunidade e resolveu criar o projeto, oferecendo aos alunos oficinas de música, pintura, dança, teatro, filmes, alimentação e outros. No local, não há infraestrutura como rede de esgoto, asfalto e coleta de lixo, nem equipamentos como escola, lazer e posto de saúde. E, neste caso o projeto acaba sendo a única oportunidade sociocultural ás crianças e adolescentes da região. Desta forma, sempre que possível são realizadas atividades no contra turno escolar de leitura de livros e gibis, dia de filmes, oficinas de desenho, palestras educativas, artesanato entre outras.
A Cufa procura apoiar de alguma forma toda iniciativa de empoderamente e socialização que visa o atendimento às comunidades e os moradores. Na ocasião podemos contribuir com as crianças, proporcionando a elas uma aula de iniciação ao grafffiti com o Coordenador da Cufa Curitiba Francês.  O Graffiti têm diversos vieses sociais que se relacionam ao individuo em sociedade e por eles se abrem os olhos para novos caminhos através da arte urbana. Assim, podendo avançar em seus objetivos práticos e legítimos, no tratamento de conhecimento e reconhecimento das práticas diárias que lutam e preservam a arte urbana e a vida.
Seja voluntário e nos ajude nessa luta! https://www.facebook.com/CMESTREGAIVOTTA/






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Projeto Raízes Futsal – Cufa Loanda

O esporte é uma das ferramentas de inclusão social que existe. Na cidade de Loanda o esporte tem sido utilizadas pela Central Única das Favelas do Paraná para inclusão social de crianças e adolescentes moradores de comunidades. Loanda esta localizada na região noroeste do Paraná, a 75 quilômetros de Paranavaí, 140 quilômetros de Maringá, e 570 quilômetros de Curitiba. Sua população estimada em 2010 é de 21.328 habitantes. A cidade é polo nacional na fabricação de torneiras e é a mais importante do extremo Noroeste paranaense e a que mais se destacando na região.
Através do coordenador, Cassio J. Gomes, a Central Únicas das Favelas chegou á cidade no ano de 2014, Gomes é formado em Educação Física, professor universitário e instrutor de artes marciais e através do esporte por meio da instituição passou a desenvolver ações esportivas na cidade, exemplo: Esporte Radical, Garra Futsal - Feminino, Raízes Futsal - Masculino, lutas e ações esportivas junto aos apenados. Criando uma agenda esportiva positiva na cidade em parceria com a Secretaria de Esportes de Loanda e outros. A exemplo o Projeto Raízes que visa oportunizar os adolescentes á pratica esportiva com foco na qualidade de vida. Hoje, o projeto conta com 60 crianças treinando na terça e quinta das 13h às 17h no Ginásio de Esportes João Margato. Sob coordenação do Técnico e professor: Érico Ivo da Silva
Com fins de valorizar os participantes (alunos) e o que aprendem durantes os treinos os coordenadores e equipe técnica na ultima sexta feira (15), levaram os alunos do projeto para participarem da Copa Sesc de Futsal, em Paranavaí. Na ocasião os alunos deram um show e ganharam de 02 x 0 do São José. O resultado nos mostra que inclusão por meio do esporte é possível, e, através do esporte integrar as crianças em agendas positivas, além de que, é possível transformar, reduzir os preconceitos e estereótipos. E, é este nosso objetivo.
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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Tarde Cultural agita o Vista Bela, em Londrina

A Central Única das Favelas do Paraná tem ganhado destaque através dos seus projetos e ampliado às participações em eventos e ações de terceiros, somando forças em ações que valorize as favelas e os moradores. Ao logo da sua existência no Estado alcançou milhares de jovens e com isto ampliou sua atuação, em 2008, iniciou em três (3) cidades paranaenses “Curitiba, Londrina e Cambé”, hoje, triplicou estes números para quinze (15) cidades. A cada dia destaca-se cadê vez mais entre os jovens que se empenham e reforçam á marca como elo de protagonismo e discussão territorial.
E, juntos aos jovens formou um dos maiores coletivos juvenil do Paraná e Brasil, em favor das favelas, proporcionado discussões, ações e fomentado os mais vários projetos de enfrentamento as mazelas sociais. Em Londrina não seria diferença e através dos seus coordenadores Michelle e Leandro tem proporcionado ações diretas aos jovens moradores do Vista Bela. Com cerca de dezesseis mil pessoas o residencial é o maior canteiro do programa Federal. Com é esperado em uma imensidão de pessoas sempre surgi uma iniciativa em prol do coletivo e neste caso á Josileide Aparecida que se viu incomoda com as crianças nas ruas deu início ao projeto ACVB.
Juntos com outros moradores, Josileide iniciaram ACEVB, entidade com atuação nas áreas cultural, educativa, promoção social e saúde em geral, atualmente, o projeto atende 239 crianças no contraturno escolar. A Cufa entende que é de suma importância ocupar o tempo ócio das crianças e adolescentes e desta forma, em parceria com a ACEVB no dia 03 de Setembro, realizaram o evento cultural organizado para as crianças. Como esperados os adultos também foram prestigiar esta grande festa. Desta forma, em meio às diversas demandas existentes nas favelas sempre procuramos fazer algo para estar presente com as boas iniciativas. 
Caso você queira ser voluntário, entre em contato por: https://www.facebook.com/bibliotecasolidariavb/



Josileide Aparecida
 Marcos, Leandro e Michelle - Cufa Londrina 


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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

A dança em minha vida. Vivo a cultura por amor.

VERSOS | PROSAS – Por: Fernanda Fetter
Desde criança gosto muito de música e de me mover com elas. Lembro-me que bailava de um lado para o outro, mas sem saber na infância encenava minhas primeiras coreografias. Facilmente aprendia os movimentos e passos, tudo que aprendia precisava ensinar para alguém. Enfim, segui meus impulsos, sem saber que quando adulta me apaixonaria pela dança, tudo acontecendo naturalmente e sem algum direcionamento. Mas, tudo começou quando fui para o Colégio Dário Vellozo. Naquela época queria muito estudar no Dário Vellozo, pois tinha um famoso festival de dança.
Quando na quinta série tive dificuldades em aceitar que outras pessoas escolhessem nossas músicas e fizessem nossa dança, nos próximos anos muitas confusões, pois se tratavam de várias opiniões diferentes para o mesmo objetivo. No sétimo ano fui convidada a participa do Grupo A Quinta Essência, onde eram selecionados os destaques de cada turma no festival para participar de apresentações durante todo ano letivo. Após dois anos que eu estava no grupo o coordenador Luiz Gustavo Prada também coreografo de vários ritmos que o grupo trabalhava concluiu o ensino médio e foi estudar a dança, e deixou a missão para nós continuarmos com o grupo, isso era no ano de 2007. Após uma reunião onde todos disseram que continuariam, o grupo foi se desfazendo aos poucos, foi quando eu conheci o Hip hop e me apaixonei, existiam vários grupos de dança em Toledo a maioria era deste estilo então eu decidi "é isso que eu quero dançar", remontei o grupo busquei aprender com todos que tinha algo para me ensinar sobre este estilo.
O grupo A Quinta Essência formada somente por meninas que dançavam street Dance se tornou muito conhecido. Nós... fomos muito reprimidas e o que os professores me incentivavam era dançar qualquer coisa menos HIP HOP. O que me motivava era a dança e a cultura, não tinha apoio nem incentivo apenas um lugar para treinar no colégio. Fizemos muitas apresentações participamos de muitos eventos culturais nestes períodos mais nunca ganhamos recursos apenas aplausos que para nós já bastava para continuar. Em 2009 eu terminei o ensino médio então decidi tirar o Grupo do Colégio e continuar treinando, quando fui convidada para dar aulas em um centro de dança como o estilo ainda era novidade no interior para as escolas de danças tinha pouca procura. Assim o grupo foi novamente se desfazendo, as meninas crescendo e eu perdendo o foco, pois não imaginava que realmente poderia ser profissional na dança.
2010 foi um ano muito difícil porque não consegui um emprego e por isso tive que desistir da faculdade de educação física a qual já estava matriculada, confesso que foi frustrante então decidi curtir a vida e perdi um ano com coisas fúteis que não me agregaram e o grupo parecia ter deixado de existir. Quando em 2012 fui convidada a remontar o grupo para fazer uma participação especial em um espetáculo de danças, reuni quem estava disponível e a 5 ª Essência pode brilhar novamente e eu dançava no palco gravida de 5 meses. Após 40 dias que minha filha havia nascido eu já estava em uma sala de dança trabalhando novamente com o grupo e montando uma turma nova de alunos, trabalhei por mais 3 anos no processo de aprender e ensinar as danças urbanas, fui me especializando pesquisando fazendo cursos e workshops com vários dançarinos, professores renomados nesta área trazendo informação e mais jovens para a 5ª essência.
Em 2015 fui lutar pela minha independência financeira através do projeto Essências e do Studio de dança 5E um espaço dedicado para o Hip Hop em Toledo PR. Foram 2 anos de muitas lutas, trabalhos e ações onde nossos esforços passaram a ser reconhecidos e aceitos, neste período participamos de grandes eventos de dança, sempre se destacando com nossos trabalhos coreográficos, atualmente o projeto é realizado pela CUFA Toledo que atende em média 100 crianças e jovens mensalmente no município gerando protagonismo e prevenindo a vulnerabilidade social. Idealizamos e realizamos vários eventos como: Comemoração ao Dia Internacional da Dança, Batalha da Juventude, All Break Battle, Soul Breaking Seletiva Toledo, Workshop de Férias 5E.
Neste ano de 2017 vamos levar ao Teatro Municipal de Toledo, nosso primeiro espetáculo de danças urbanas e contemporânea, que acontecerá no dia 12 de novembro denominado dia Internacional do HIP HOP, para mostrar o desenvolvimento dessa cultura através de coreografias que trazem mensagens para o mundo atual, onde o público alvo é quem nos acompanha em eventos fora da cidade através da internet, familiares, amigos, porém todos estão convidados a prestigiar este projeto, em um evento beneficente para a Associação de Hip Hop Cultural Esportiva e Social de Toledo-PR - AH2T.
Fernanda é Professora Coreografa e Dançarina.


Central Unica das Favelas Cufa-Rs

“Mais Garantias” debate os direitos da mulher
Um evento informativo e preventivo para levar serviços à comunidade montenegrina em especial às mulheres. Esse foi o principal objetivo do “Mais Garantias”, evento ocorrido na manhã desta segunda-feira (21) no complexo da Estação da Cultura, em Montenegro. Na oportunidade, autoridades estaduais, municipais, do judiciário, representantes de conselhos e comunidade em geral participaram de um dia de aprendizado e troca de experiências que contou com oficinas, palestras e rodas de conversa.

O acontecimento foi uma promoção do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (COMDIM), Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher (DEAM), Prefeitura Municipal de Montenegro e Central Única das Favelas (CUFA). Em seu discurso, o prefeito em exercício, Carlos Eduardo Müller, o “Kadu”, destacou a importância de se trabalhar com a educação em longo prazo. “É preciso pensar nos jovens e no futuro que eles terão na sociedade. Nós (governantes) temos nossa parcela de culpa”, relatou o chefe do executivo. A presidente do Comdim, representante da CUFA Carliane Ruhmann Pinheiro, a diretora do Departamento de Políticas Públicas para as Mulheres no Estado, Salma Valêncio,e o secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Darci Lauermann, também reforçaram, na oportunidade, a necessidade de garantir os direitos das mulheres em todas as esferas da sociedade.
Para outras informações acessem: 

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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

“No comando ou comandados. ...”

Versos | Prosas - Por Sérgio dos Santos - Grilo
SERES HU (Manos)!  PESSOAS! 
Sejam elas de qual classe pertencer, percebemos que carecem de profundos relacionamentos com os “próximos”. Relacionamentos estes, que de forma quase “mágica”, impacta tanto as suas existências, que os leva, ao mais alto nível de inspiração, ao ponto de imitá-los - “imagem” e/ou “pessoa” - que de fato é aceita como persuasiva. Será? E se é que o são. O que se tem influenciado ao próximo?
Em uma sociedade de muitos “mestres” cheios de si e poucos “aprendizes”. O negativismo ganha espaço avassalador e causa grande desconforto. Será estamos no “comando”, e este acaso é saudável? Respeitando a ordem natural da vida, ou não passamos de “comandados” pelos fatores negativos dos quais pegamos e somos modelos? Vejamos... Certo artigo trazia a seguinte frase:  ¹“Mas eu já comando minha própria vida e também estou conquistando meus objetivos! ”. Parece difícil entender esta afirmação “comando minha própria vida”, pois basta um olhar mais pretensioso ou sincero ao nosso redor, e identificamos pessoas com atos no mínimo descontrolados e /ou a “Coragem da Massa”, aquilo que a psicologia trabalha muito bem, o que não faria sozinho, tem a coragem se estiver em grupo (embora quem vos escreve seja limitado nesta bela área do conhecimento) e indica uma leitura mais a fundo sobre este assunto.
Está na moda os vídeos instantâneos da violência urbana. Porém o lado cruel “revelado” hoje, já é vivenciado desde os bárbaros, e ela, a barbárie nunca saiu de nós, somente agora, traz consigo a sensação de estar “mais viva”, mero efeito das lentes da tecnologia. Todo tipo de poder subjuga alguém, todo tipo de comando exclui o direito a liberdade do outro – peço-lhes a licença, para avaliar assim -, pois se o comando de sí, serve para o benefício somente de sí, e NÂO também o do “vizinho”, nosso dito controle e/ou “comando” de nós mesmos, é no mínimo falho. Fugindo da ordem natural de um bem coletivo. Salvo qualquer generalização! Nossas Periferias (digo nossas, pois a 34 anos sou parte dela), traz consigo tristes estatísticas de descontrole de caráter.
Ouvi e também -anteriormente- já fui favorável a esta conclusão, de que temos nossos motivos para agirmos violentamente em algum momento da vida. Porém ao observarmos, podemos contemplar que na solidariedade existente na pobreza, nos bons gestos entre nós, são gerados muitos bons frutos interiores  e na sequência exteriores, transformadores, que transbordam e rompem barreiras, abrindo novos horizontes para o viver bem, no coletivo! Quantos HU (Manos), tem se levantado para o benefício de grandes massas, em prol aos desfavorecidos, os desprovidos de todo e qualquer benefício mínimo dos “Comandados da Máquina Pública” e rejeitados. Enfim o seu povo! Além disso, ainda explorados para o crescimento de uma “Minoria”, esta, indiferente ao caos diário da pobreza do povo brasileiro. O “milagre da multiplicação” está ocorrendo entre nós, periféricos, pelos voluntários do anonimato, que não são mais comandados pelo “ritmo da máquina opressora”.
MUDARAM O SENTIDO! Mudaram do olhar vertical do o próprio umbigo e horizontalizaram suas vidas, arregaçando as mangas, por SÍ e pelo OUTRO! ALEGRIA! SIM... Momentos de alegria visitam diariamente nossa classe pobre, através dos anônimos do “Bem comum”, se é que assim podemos classifica-los.HU (Manos), mulheres, jovens, que longe de serem “Comandados” pelo negativismo individualista, pois deixaram as estatísticas dos que não: “Devolvem um pertence de outro achado na rua”, ou não mais, “ Planejam chegar a política para se beneficiarem” ou “aqueles que traem seus cônjuges e ainda infiéis nas amizades” e também não pensam em “Desvios, desvios e mais desvios de- grana-, para seu bel prazer” ou ainda mais, ”Embora na mais histórica pobreza, escolheram serem fiéis na administração de recursos, que não são seus, mais que passam por suas mãos diariamente sem corrompe-los”.
TOMARAM AS RÉDIAS DA VIDA. COMANDAM SUAS VIDAS! E todo ser humano sóbrio, pertencente seja ele de qual for a classe, carrega dentro de sí, que o bem comum, é a chave mestra para abrir toda e qualquer porta de desigualdade nas comunidades, propagando assim o progresso. Eiii, amigo!!! Nos fica o desafio para deixarmos de sermos “comandados” pelo negativismo individualista em nosso dia a dia, ainda que ele carregue a “força dos anos” com ele. E como efeito disso, assumirmos um “Comando” saudável de nós mesmos visando sempre o coletivo!
Periférico. Você consegue!!!
Citação: ¹ (http://habitosmilionarios.com.br)
Sérgio dos Santos – Grilo é ativista social e cultural e idealizador da revista RUAS.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

5° Essência inicia novo projeto para crianças

Hoje, a Central Única das Favelas do Paraná conta com 15 bases espalhada no Estado do Paraná. E, dependendo do volume de ações ou projetos desenvolvido durante o mês, atende até 20 cidades. A Cufa, desde que chegou ao Estado, em 2006, tem buscado desenvolver ações que contemple o tempo ócio da juventude das favelas, desta forma, desenvolvendo diversos projetos culturais, esportivos, de empreendedorismos e outros. Uma das regiões em destaque é o Oeste do Estado, mais preciso á cidade de Toledo. Na região a instituição tem contribuído não só no atendimento aos jovens, mas contribuído para que a cidade e seus atores culturais sejam reconhecidos ainda mais á nível Estadual, Nacional e Internacional; á exemplo, Isaac de Jesus, este coordenado da Cufa que teve oportunidade de representa a instituição em vários eventos de graffite no Brasil e fora.
Seguindo os passos de outros, “Andersom (Andy), Mário (Kaxopa) Mateus, Isaac e outros”; um dos destaques Estadual, mas na dança e na modalidade Street Dance é Fernanda Fetter que nos últimos anos vem ganhado espaço e representatividade nos principais campeonatos e na região, tornou-se referência e exemplo para outras jovens. No dia 29/08, dando continuidade a um dos seus projetos que tem por objetivo ensinar crianças e adolescentes à arte da Dança Urbana, mais um avanço foi dado através do seu principal projeto o 5° Essência e Instituto Abraçar, nesta data iniciaram um novo projeto de Danças Urbanas no Colégio Estadual Jardim Porto Alegre. Realizado pela 5° Essência e Cufa Toledo, vão atender alunos e o intuito e levar aos jovens a arte da dança proporcionando vivencias de aprendizagem, lazer, qualidade de vida e protagonismo social.



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Favela - O lugar e o significado que ninguém quer ver


Versos | Prosas - Por Raíssa Silveira de Melo
O termo favela, se origina de uma planta com o mesmo nome que era comum nas áreas ainda não industrializadas das grandes cidades. A favela também é utilizada por religiões de matriz Africana para proteção, afastar o mal e trazer força. Favela também faz referência aos soldados baianos que lutaram na guerra dos Canudos em 1897 e não receberam o dinheiro prometido pelo governo e tiveram que improvisar suas vidas e moradias em regiões não atendidas pelas autoridades. 
Hoje falar favela, remete a um conjunto de casas pobres, pessoas com baixa renda e principalmente lugar violento e origem dos problemas de violência das grandes cidades. Mas favela não é origem, favela é consequência. fc(só é origem de quem nasceu lá, e sabe todos os valores, os corres de cada morador das favelas. Um salve pra todos os favelados do Brasil).
No conceito popular, falar de favela é falar de ausência, lugar destituído de infraestrutura urbana - esgoto, luz, água, escolas, unidades de saúde, coleta de lixo, ausência de direitos, ausência de leis, escolha de ausência do poder público. Mas falar de favela para comunidade favelada é falar de luta. É organização popular, é requerer direitos básicos de qualidade de vida e cidadania, é a luta pela ocupação do espaço urbano em conjunto com o direito social.
Favelas no Paraná - O Paraná possui 308 áreas de moradias caracterizadas como favelas ou áreas de invasão, distribuídas principalmente por 13 municípios do Estado. A maioria, 72,40% destes espaços urbanos ficam em Curitiba. São 223 favelas onde residem 162.679 pessoas divididas em 46.806 moradias. Ao todo, 217.223 paranaenses residem em 61.807 casas erguidas em áreas sem serviços básicos, segundo a Pesquisa Censo 2015 – Informações Territoriais: Aglomerados Subnormais, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com os dados do Censo, a média de moradores por residência nas favelas de Curitiba é de 3,5 pessoas. Essa é a mesma média nacional e também a do Estado. A maioria dos moradores das favelas, tanto brasileiras, quanto paranaense e curitibanas, é de mulheres.  Em Curitiba, são 82.368 mulheres para 80.311 homens. No Paraná a relação é de 109.701 mulheres para 107.522 homens e no Brasil, são 5.853.404 mulheres para 5.572.240 homens.  Os números refletem o censo demográfico que aponta um maior número de brasileiras no País. A faixa etária predominante nas favelas é de 20 a 29 e de 30 a 39 anos.
Em Curitiba e no Paraná as casas ou barracos estão próximos a rios, sob linhas de transmissão de energia, à margem de faixas de ferrovias, sobre aterros sanitários ou à margem de faixas de rodovia.
Outra forma de pensar a Favela - Favela é luta, mas não podemos esquecer-nos dos pontos positivos criados a partir da resistência. A identificação dos fatores positivos que estão presentes nas favelas – o que chamamos de legado. (isso é a comunidade e seu jeito de sobreviver) Isso é o contrário da vulnerabilidade. Quanto menos a família é vulnerável mais ela tem segurança e pode se desenvolver. Entendemos o legado como um conjunto de elementos que garantem uma possibilidade de desenvolvimento. A nossa forma de entender não é aquela de que pobre é quem não tem recurso, ou aquele que está excluído do processo. Pobre é aquele que não tem possibilidade de desenvolver os talentos que ele já possui. Nessa lógica o que precisamos e integração, valorização dos nossos moradores, garantia de direitos, preservação da vida, ocupação do espaço urbano e exercício do direito social.
Raíssa Silveira de Melo, é jornalista com especialização em sociologia política pela Universidade Federal do Paraná, empreendedora social e militante de causas sociais











Crianças dos projetos da Cufa Curitiba e parceiros assistem a espetáculo do Circo da China

A magia do circo é encantadora, não a quem não se deslumbre com as correr e a alegria que se emana do picadeiro. Uma arte/cultura milenar que nunca perde seu brilho, no Egito, as pirâmides retratam a magia através de gravuras com malabaristas e outros. O Circo Máximo representava através da arte o Império Romano. Por volta de 70 Ac, o Circo Máximo foi consumido pelo fogo. Anos depois os romanos reergueram o Grande Coliseu. No Brasil a arte circense surgiu com as famílias imigrantes da Europa, através das peças teatrais. Os ciganos, também imigrantes da Europa apresentavam em espaços (circo) suas habilidades em domar ursos, cavalos e o ilusionismo.
Sabendo da rica cultural e do valor simbólico que a arte circense exerce na vida das pessoas, a Central Única das Favelas de Curitiba, respondeu ao convite da Rede Paranaense de Comunicação (RPC Tv). Na ocasião, 400 criança e adolescentes, 80 adultos (pais, professores e responsáveis) assistiram ao Espetáculo “Jornada do Panda Sonhador” do Circo da China, na Ópera de Arame, a apresentação aconteceu na noite de quinta-feira (17/8). O circo faz parte da vida das pessoas ao redor do mundo, arte que é difundida desde antiguidade. Na China encontra-se resquício em pinturas com mais de 5000 anos, os desenhos de contorcionistas, acrobatas e equilibristas atestam a existência do circo.
E, nesta noite não foi diferente, crianças e adolescentes que pela primeira vez puderam apreciar o encantamento da arte do circo, elas, foram ao deslumbre com os acrobatas, as corres á musica e todo que engloba o espetáculo “Jornada do Panda Sonhador”, toda magia os levou ao delírio, suspiros profundo, sorrisos e olhares atentos, estas foram as expressões do nosso alunos e alunos dos parceiros oriundos das cidades de Curitiba, Almirante Tamandará, Colombo e São José dos Pinhais. O objetivo das parcerias é disponibilizar á estas pessoas o acesso à arte/cultura do mundo do circo. Agradecemos todos os parceiros, escolas, projetos sociais e em especial á Rpc Tv e ao Circo da China.











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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Cufa Colombo participa da Festa da Família

No dia 26/08, Patrícia Machado e Cleverson Silva, ambos coordenadores da CUFA Colombo, participarão da "Festa da Família" realizada na Sociedade Crescer juntamente com a comunidade e representantes do CRAS – Vila Zumbi. Na ocasião, puderam explanar um pouco a respeito da CUFA e futuros projetos a serem realizados. Comentaram sobre da ida das crianças e adolescentes, da Vila Zumbi que puderam ir ao Circo da China no ultimo dia 17 de Agosto, por intermédio da Cufa em parceria com a Rede Paranaense de Comunicação, RPC Tv. Entre os presentes no dia da "Festa da Família", esteve: Maria Izabel Vinholes Merhy Valente - Presidente da Sociedade Crescer  e a  Prefeita de Colombo, Beti Pavin.
Central Única das Favelas – Paraná
Atua desde 2005, contribuindo para o desenvolvimento social, econômico e cultural através de projetos que valorizem talentos e aptidões individuais e/ou coletivas, desenvolvendo projetos visando o fortalecimento da cidadania e transformação social, em diversas áreas, hoje tem projetos em treze cidades paranaenses e indiretamente atua em vinte. A equipe CUFA é composta, em grande parte, por jovens formados nas oficinas de capacitação e profissionalização das bases da instituição e oriundos das camadas menos favorecidas da sociedade; em sua maioria, moradores de comunidades carentes.
Central Única das Favelas – Colombo
Por intermédio dos seus coordenadores e voluntários busca socializar informações, projetos que promova discussões e debates, realizar um trabalho de prevenção e conscientização com ações concretas de intervenção juntos á população, ou seja, um trabalho efetivo de empoderamento e capacitação para que cada indivíduo singularmente e em seu contexto cultural possa estar apto para a tomada de decisão, uma decisão pensada, consciente e por isso crítica. Disseminando e promovendo a cultura e além incentivando utilização dos espaços públicos para a realização de atividades lúdicas, saudáveis e da formação dos jovens.
 Patricia de blusa preta e Cleverson de cinza


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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Cufa Toledo participa do encontro com Ministério do Meio Ambiente

A Central Única das Favelas do Paraná, desde 2012 desenvolve ações e projetos no Oeste do Estado. Atualmente atua com duas bases na cidade de Cascavel e Toledo. Desta forma, através dos seus profissionais atende aproximadamente 10 cidades da região Oeste, atendendo instituições publica/privada, estas indiretamente e outras com ações pontuais e esporádicas. A Cufa tem ganhado destaque através dos seus projetos e ampliado às participações em eventos e ações do pode público. Destaca-se cadê vez mais através dos jovens que se empenham nas promoções socioculturais e socioesportivas, na região,
Ao logo da sua existência no Estado, a Cufa tem alcançado milhares de jovens e com isto, ampliou sua atuação e atualmente com 15 bases, organizou os jovens que juntos formam um dos maiores coletivos juvenil do Paraná e Brasil, eles tem proporcionado discussões, ações e os mais vários projetos de enfrentamento em todos os ambitos da sociedade. E, em meio às diversas demandas existentes nas favelas, sempre procuramos fazer algo para saná-las, mas com o tempo percebemos a importância da discursiva entre as partes e em todas as esferas da sociedade organizada ou não, da política e dos movimentos sociais.
Desta forma, buscamos abrir novos diálogos com o pode público ou privado, pois em parte, eles quem decidem “sobre a vida dos jovens e da sociedade como um todo” e pensado em somar e contribuir em processo de gestão e execução, desde então, buscado participar das discussões e opinar, com fins de melhoria á nossas favelas. Desta forma, na última sexta feita, dia 18/08, o Coordenador da Cufa Toledo, Isaac de Jesus, teve a oportunidade de representar a instituição e fazer arte num encontro entre Ministério do Meio Ambiente e Direção Nacional da Itaipu que aconteceu no Rancho Fundo (interior de Toledo), com a participação dos adolescentes do Projeto Florir, amigos e parceiros de longa data.




 Oseias - Projeto Florir


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