sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Festival Favela reunirá atrações culturais

Uma proposta diferenciada para comemorar o dia 4 de Novembro, dia da Favela, 12 de Novembro, dia Mundial do Hip Hop e 20 de Novembro, dia da Consciência Negra, será colocada em prática no Sábado dia 18 de Novembro no I Festival das Favelas, em Curitiba. Organizado pela Central Única das Favelas do Paraná em parceria com instituições e sociedade, o evento visa promover um amplo debate através dos convidados á mesa de reflexão durante o I Fórum Paranaense das Favelas (14h00min ás 15h30min do Sábado). A iniciativa também disponibilizará á comunidade local uma extensa agenda cultural, esportiva com e para sociedade em geral. Prêmios, brinquedos e serviços, á exemplo: psicológico, jurídico, aferir pressão, concertos de eletrodoméstico e outros, estão contemplado no Festival Favela + Ação social. Toda esta festividade terá inicio ás 09h00min ás 17h30min do Sábado. Colégio Estadual Guilherme A. Maranhão, região do Tatuquara, em Curitiba. Rua José Ângelo Martins – Tatuquara.
E, se não for, será o maior encontro de moradores favelados do Estado e um dos maiores do Sul do Brasil. Segundo o IBGE que fez o levantamento sobre as favelas para o Censo 2010, em Curitiba, há 49,7 mil domicílios nesta situação. Isso é equivalente a 163,3 mil pessoas. Dos 75 bairros de Curitiba, 37 abrigam aglomerados subnormais, favela. O crescimento populacional das favelas cresceu 12,4% entre 2000 e 2010, ritmo mais acelerado do que a população como um todo (10,3%). No entanto, 19,7% da população de Curitiba são negros ou pardos - IBGE. Pouco documentada, a história da presença negra na cidade e região metropolitana. Para explanar e entender melhor os território em questão e as datas engloba-se no mês de Novembro, forma convidado Diva Guimarães, Zé da Cufa, Edson Lau, Michael Devis e Rogério Tavares.
“Tanto o Fórum como o Festival, são formas relevante de manifestação popular que visa levantar-se contra todo processo de segregação existente. Oportunizar todas estas pessoas para discutirem o nosso futuro é um avanço, principalmente o dos jovens”; comente Zé da Cufa (Presidente Estadual da Instituição). E, em decorrência dos últimos acontecimentos (segregação, marginalização e racismo) é que propomos o I Fórum Paranaense das Favelas, pois a dificuldade de acesso a direitos pela população negra, demonstrada por indicadores sociais como escolaridade, renda e condições de moradia do Censo 2010, pode ser entendida como manifestação, entre outros fatores, do denominado “racismo institucional”. 




Festival Favela o encontro de todos
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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Festival Favela o encontro de todos

Festival Favela traz programação especial para Curitiba e para o mês da Consciência Negra. Uma iniciativa da Central Única das Favelas do Paraná em parceria com varias instituições. O evento acontecerá no Sábado dia 18 de Novembro. Se não for, será o maior encontro de moradores favelados do Estado e um dos maiores do Sul do Brasil. O objetivo é integrar socialmente crianças, jovens, adultos e idosos em diversas atividades. A iniciativa visa promover serviços gratuitos á sociedade, á exemplo: prevenção á saúde, atividades culturais, esportivas e para promoção da saúde, conhecimento e bem-estar. No entanto, como estamos no mês da Consciência Negra, teremos uma programação especial para Curitiba.
Pois, reuniremos algumas lideranças de âmbito Internacional, Nacional, Estadual e local, exemplo: Diva Guimarães. Diva comenta depoimento e emociona os participantes na FLIP 2017 e entre as pessoas o ator Lazaro Ramos que fazia parte da mesa no dia.  Diva é formada em educação física, contudo, sempre foi uma apaixonada por literatura e Conceição é uma de suas preferidas. Para saberem mais sobre acessem: A voz de Diva para esconjurar o racismo (Jornal El País) https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/30/cultura/1501375308_019982.html  
“Nosso meta é propor uma agenda cultural e esportiva, porém atrelar á reflexão de três datas significativas para aos jovens negros e moradores de favela, 4 de Novembro – Dia Nacional da Favela; 12 de Novembro – Dia Mundial do Hip Hop e 20 de Novembro – Dia Nacional da Consciência Negra, dia que foi atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, importante negro que lutava contra a escravização” – Comenta Zé da Cufa, Presidente Estadual. Compondo a mesa de discussão o Assessor Especial da secretária de Juventude do Paraná, Edson Lau Filho, que em parceria outros protagonizaram uma das maiores campanhas de audiovisual do Governo do Paraná de enfrentamento ao racismo institucional, com mais de 1,8 milhão de visualizações na internet o vídeo faz parte de uma campanha em favor do dia da Consciência Negra, 2016. https://www.youtube.com/watch?v=JtLaI_jcoDQ
Na mesa, representando á Cultura do Hip Hop, Michael Devis já está acostumado em transformar a cinzenta paisagem urbana de Curitiba através do graffiti, dando cor é vida em diferentes pontos da cidade. O artista local reconhecido inclusive no exterior – com seu trabalho exposto na Europa, Japão e outras localidades – Devis é um dos produtores do Street of Styles, encontro internacional de grafiteiroshttps://www.youtube.com/watch?v=4zlG5sxQJBw
Em decorrência de acontecimentos (segregação, marginalização e racismo) que norteiam o I Fórum Paranaense das Favelas e para ampliar o discurso foi convidado o advogado criminalista, Renato Almeida Freitas Júnior, mestrando em Direito pela UFPR. Acusado de desacato à autoridade e resistência à prisão. Após ser posto em liberdade, ele denunciou que sofreu uma série de agressões físicas e psicológicas, além de injúrias raciais. Entre os abusos, o jovem diz que os guardas municipais que o prenderam duvidaram que ele fosse advogado pelo fato de ser negro.
Mas não será só reflexão e informação, pois vivemos dias de avanços e conquista. E, para esta linda celebração disponibilizará uma extensa agenda multilateral discursiva, cultural, esportiva com e para sociedade em geral. Prêmios, brinquedos e serviços, á exemplo: psicológico, jurídico, aferir pressão, concertos de eletrodoméstico e outros, estão contemplado no Festival Favela + Ação social. 
O evento também reunirá vários nomes Municipal, Estadual e Nacional do movimento Hip Hop, exemplo: Bangstars, um dos grupos mais antigos na cena cultural de Curitiba, Walderama á velha escola do rap paranaense, Bk12 – Djs e aproximadamente 40 grafiteiros. Na ocasião, para os amantes da modalidade Tags, pela primeira vez uma competição na cidade, break e skate e para fechar show nacional com Thig – Relatos da Invasão. Terá inicio ás 09h00min ás 17h30min, no dia 18 - sábado. Colégio Estadual Guilherme A. Maranhão, região do Tatuquara, em Curitiba.  Rua José Angelo Martins – Tatuquara.



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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Ocupação Tiradentes, em Curitiba

Os jovens ocupam, hoje, um quarto da população do país. Isso significa 51,3 milhões de jovens de 15 a 29 anos vivendo, atualmente, no Brasil, sendo 84,8 % nas cidades e 15,2 % no campo. A pesquisa mostra que 53,5% dos jovens de 15 a 29 anos trabalham, 36% estudam e 22, 8% trabalham e estudam simultaneamente. Os dados são do Censo 2010, último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Distribuição de sexo quase idêntica, 49,6% homens e 50,4% mulheres, seis em cada dez entrevistados declararam-se de cor parda (45%) ou preta (15%) e 34% da cor branca. Pesando em proporcionar melhoria na qualidade vida dos jovens, principalmente os jovens negros, a Cufa tem buscado aproximar o poder público dos jovens de favela. No entanto, aproximadamente vinte sete (27) dias atrás o coordenador de Cultura da Cufa Curitiba, François Ramalho e o Presidente Estadual da Central Única das Favelas do Paraná, José Antonio (Zé da Cufa) reuniram-se com o Assessor Especial de Juventude, Edson Luiz Lau Filho. Na ocasião estabeleceu-se parceria para na primeira Edição do Fórum Estadual das Favelas que acontecera no dia dezoito (18) de Novembro, no Clube da Gente, Tatuquara. Entre as pauta foi também discutido as possibilidades de ambas as instituições visitar á região da Ocupação Tiradentes.
Desta forma, a visita aconteceu no dia 30 de Outubro, no período da tarde e contou com a presença do Assessor Edson Lau e representantes da Secretária Municipal do Esporte, Lazer e Juventude e da Fundação de Ação Social de Curitiba, região da Cidade Industrial de Curitiba – CIC. Na Ocupação Tiradentes os visitantes reuniram-se com á liderança local. A liderança local expôs suas preocupações em relação á moradia e outros, porém, ressaltaram a preocupação com todo o ecossistema, principalmente com a nascente do rio aos fundo da Tiradentes. No entanto, foi sugerido que se crie um diagnóstico completo e aprofundado sobre a realidade e á legalização da Associação de Moradores. A Cufa entende á necessidade de aproximar as partes para assim se estabelecer novas propostas e avanços ao território em questão. O objetivo é elencar novas soluções que possam atender ás demandas existentes, porém, de imediato possibilitar aos moradores acesso as políticas públicas de apoio ao território em questão, principalmente políticas com foco na população jovem. Enfim, encontro como este fortalece parceria para se vencer os desafios existentes, buscar articular plano de parceria, criar ou disponibilizar políticas públicas que atendam as demandas. Acreditamos na sociedade organizada e através das contribuições de todos e da Cufa é que podemos juntos proporcionar melhorias á população.
 
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Projeto Hip Hop Na Escola

HIP HOP É CULTURA, ARTE E ATITUDE.
O movimento do Hip Hop é um estilo de vida no qual os jovens, de favela utilizam-se para se afirmar como sujeito social, de demarcar território e sua cultura de rua, valorizando uma identidade cultural e ocupando os espaços, principalmente os públicos. O movimento teve origem nos guetos dos Estados Unidos, Bronx e Brooklin. Em suas gêneses, o Hip Hop, busca através da arte como forma de protesto social, mistura o novo e antigo. “O hip hop é muito mais que música e dança. Ele busca conscientizar, educar, humanizar, promover, instruir e divertir, além de reivindicar direitos e o respeito nas relações sociais”, esse foi o tom dado por Big Richard, sociólogo e professor da Universidade Católica de Brasília, ao refletir sobre a influência do hip hop na formação cultural e social no Brasil.
A Central Única das Favelas é uma organização brasileira reconhecida nacional e internacionalmente nos âmbitos político, social, esportivo e cultural que existe há 20 anos. Foi criada a partir da união entre jovens de várias favelas, principalmente jovens negros ligados ao movimento Hip Hop, que buscam espaços para expressarem suas atitudes, questionamentos ou simplesmente sua vontade de viver. Tem o rapper MV Bill como um de seus fundadores. MV Bill já recebeu diversos prêmios devido à sua ativa participação no movimento hip hop. Por exemplo: a ONU (Organização das Nações Unidas) para a Educação, a Ciência e a Cultura o premiou como uma das dez pessoas mais militantes no mundo na última década. Além dele, a CUFA conta com Nega Gizza, uma forte referência feminina no mundo do rap, conhecida e respeitada por seu empenho e dedicação às causas sociais. Tem ainda o produtor Celso Athayde como coordenador
A Central Única das Favelas do Paraná utiliza-se dos princípios dessa cultura de rua para dialogar com á juventude, pois entende está como uma forma de arte urbana mais próxima da favela que proporciona aos jovens expressarem e relacionarem-se com á sociedade. Na cidade de Cascavel, a Cufa, através do coordenador Anderson (Andy Combatente), á quatro (4) anos tem realizado o Hip Hop Na Escola. Uma iniciativa que se dividide em dois momentos, sendo o primeiro voltado à exposição do Hip Hop e o segundo prática. No dia 09 de Outubro, mais uma etapa do projeto foi realizada no Colégio contemplado desta vez foi o Colégio José Ângelo Baggio Orso, parabéns a todos os envolvidos, levar o protagonismo aos nossos jovens através da arte, cultura e informação está entre os nossos principais objetivos! #cufafazendodonossojeito


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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Cufa participou da XII Semana Tecnológica - Curitiba

Nos dia 17 e 18 de Outubro, a Central Única das Favelas - Curitiba, á convite do nossa parceira Faculdade de Tecnologia de Curitiba - FATEC, participamos da XII Semana Tecnológica, na ocasião, realizamos duas noites muito bacanas de cultura urbana (graffiti) e educação preventiva ao uso de drogas. Houve-se um tempo em que o saber intelectual, ou seja, o intelecto na perspectiva do conhecimento teórico erra compartilhamento para poucos e restrito apenas aos catedráticos e aos espaços científicos. No entanto, restringiam-se as teorias e teóricos em uma via de relação única do detendo do saber para com seus ouvintes nas instituições, principalmente de ensino superior, as universidades e/ou escolas, estes espaços erram verdadeiros templos sagrados em que abrigavam os detentores do “suposto saber”, em sua maioria pessoas brancas de família tradicional e ricas. Mínimo erra o espaço e tempo concedido aos doutores e intelectuais orgânicos negros e á própria arte urbana - graffiti, Hip Hop, samba e outros. Desta forma, quando sim este grupos erram parte de observações com fins científicos da academia. 
Longe de criticas diretamente aos conhecedores, pois estes evoluíram vários conceitos e benefícios á toda sociedade, porém não podemos omitir que o endeusamento dos intelectuais e a restrição dos espaços científicos para todos é uma verdade incontestável. Para quebra de paradigmas acreditamos nas sabias palavra de Paulo Freire, quando afirma: “Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre”. Nesta perspectiva de estamos sempre evoluindo/aprendendo é que acreditamos que também adquiridos outros conhecimentos e em nosso caso á cultura urbana, conhecimento que pode ser repassado com fins de auxiliar no conhecimento cientifico acadêmico e aprendizado mútuo. Contudo, é revolucionário e evolutivo á educação reconhecer nosso "suposto saber" e ao disponibilizar espaço para que compartilhamos estes dentro do espaços universitários para com a comunidade cientifica acadêmica creditamos que todos ganhamos. No entanto, este passo se deu graça ao convide do Coordenador de Administração da Fatec, Marcelo - quando reconhece nosso discurso científico através da arte do graffite e que pode-se aprender e ensinar, por exemplo, matemática através do graffite.

Enfim, no dia 17 de outubro, podemos compartilhar nosso vivência com salas lotadas,  estivemos na sede da FATEC e ministrar duas palestra. As primeiras palestras: Prevenção ao uso de drogas no ambiente educacional - pelo Psicólogo José Antonio C. Jardim (Zé da Cufa) Presidente Estadual da Cufa Paraná; Workshop de Graffite: Arte Urbana, ministrada por François Ramalho, coordenado de Cultura da Cufa Curitiba. Dia 18 de outubro, ministramos mais duas palestras: Vencendo meus Medos. Um olhar para meu futuro e o workshop de Graffite: Arte Urbana. Mais um noite de salas lotadas, observamos que os estudantes querem ouvir e se informar sobre outros conhecimentos, mas não quem ouvir sobre a cultura do medo, exemplo: drogas matam e se usar drogas vocês vão presos. Esses jargões não contribuem junto à reflexão compartilhada. Por outro lado, observamos que quando disponível informação consistente e cientifica atrelado á cultura em nosso caso o graffite, os estudantes além de corresponder através dos questionamentos são participativos.



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Projeto Dialogando: Prevenção às drogas - Londrina

Quando notamos á necessidade de falar sobre drogas com as pessoas, em 2009, principalmente os jovens nas escolas, iniciamos de imediato três projeto: O Dialogando Com Os Jovens (este reconhecido a nível em primeiro lugar, no Brasil, pelo Premio Ozires Silva, em 2016), Circuito Social Favelas Ativa – um misto de ações culturais e palestra preventiva e o Crack Não Deixa Esta Pedra Te Derrubar – totalmente voltado ao estudo e debate sobre o crack. Após nove anos (9) com ações nas ruas, praças, escolas e outros lugares, o Dialogando, tornou-se a principal ação paranaense nesta empreitada de combate as drogas entre as instituições do Estado. Utilizando-se de recursos científicos próprios, exemplo: Zumbi das Pedras e a Luta de Denis de Manoel Soares (Cufa RS), Selva de Pedra/Fortaleza Noida de Preto Zéze (Cufa CE), Reféns do Calçadão de Gerlan Melo (Cufa MT), Mundo da Nóia - Por Trás da Pedra de Vinicius Billy (Cufa SC) e outros; de forma simples e leve, porém com profissionais capacitados, implantamos nas 14 bases da Central Única das Favelas do Paraná e na Capital Curitiba, criando uma grande rede prevenção.  

Passamos a contribuí diretamente com a redução do uso de drogas entre os jovens e na redução dos índices de evasão escolar causada pelas drogas na adolescência (ou juvenil), na população de 10 a 24 anos. Porém, observa-se que no Brasil e outros países as iniciativas dessa natureza ainda é algo paliativo, pois não prolongamento das campanhas de prevenção por amplos motivos, estes vão desde informação, permanência de campanhas á recursos financeiros. Desta forma, houve-se á necessidade das instituições criar sua própria campanha, pois lidam diretamente nas favelas com á questão. No entanto, alguns desses mecanismos informativos de preventivo ganharam as ruas, as escolas, universidades e outros espaços públicos e privados, o caso do Dialogando que no dia 25 de Outubro, esteve na Escola Benjamin Constant Londrina-PR. O projeto tem o objetivo de realizar ações de capacitação e prevenção às drogas, principalmente o crack.
Na ocasião, Marcos Silveira – psicólogo e coordenador da Cufa Londrina, palestrou sobre Uso Abusivo de Drogas, neste dia foram capacitadas às alunos e professores. Silveira é um dos palestrantes do Dialogando juntamente com mais sete (7) no Estado do Paraná. “Nota-se que os jovens querem ouvir e se informar, mas também tem paciência para ouvir sobre a cultura do medo, exemplo: drogas matam e se usar drogas vocês vão preso. Esses jargões com fins de geral conscientização não informa, mas por outro lado observamos que quando disponível informação consistente e cientifica atrelado á nossa prática diária em nosso caso o povo além de corresponder através dos questionamentos são participativo, isto nos alegra e nos motivou para próxima visita” comenta Marcos.  O projeto tem apoio da Clinica Gran Vitória.


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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Festa das crianças agita São José dos Pinhais

Dias das crianças é sempre um dia de alvoroço e os pequeninos ficam eufóricos na esperança de brinca, ganhar presente e participar de alguma festa na comunidade. Falemos a verdade, todos nós fomos crianças um dia e sabemos como é tamanha á esperança sob algumas datas comemorativas e por mais que exista a sobra da névoa financeira e os discursos ideológicos sobre, o dia é de festa sim, é dia de ser presenteado e de se deliciar com as guloseimas, de correr, sorrir e se divertir como nunca. No entanto, a Central Única das Favelas do Paraná, entende o valor dessa data para as crianças das favelas e para os pais que nem sempre têm o recurso financeiro para agraciar os filhos, desta forma, a instituição tem organizado festas comemorativas em suas bases de trabalho no Estado do Paraná.
Em 2016, foram realizadas 20 festas com alçam-se de 30 mil pessoas, em 2017, realizaram 15 festas com um fluxo aproximado de 27 mil pessoas. E, não foi diferente em São José dos Pinhais e pelo segundo ano consecutivo, a Cufa por meio dos seus coordenados por Nilton Gonzaga, Joabe Silva e outros, em parceria com demais instituições e a Associação de Moradores do Jd. Modelos reuniram dezenas de pessoas e juntas realizaram uma grande festa para as crianças e adolescentes, no dia 12 de Outubro, nas dependências do Colégio Shirley Catarina Tamalu, disponibilizaram as pessoas presente cama elástica, piscina de bolinhas, cachorro quente, suco e refrigerante, kits de doces e guloseimas, teatro, música, brincadeiras para todos os presentes.

Porém, para nós não se trata apenas de uma festa, pois aproveitamos este momento em que os pequeninos estão mais sensibilizados ás novas informações e junto com nossa equipe de educadores e gestores de projeto educacionais, desenvolvemos uma prática pedagógica socioeducativo de valorização do individuo, pautando ás reflexões acerca do direito ao brincar e de possibilidades de refutar a educação cidadã, considerando a ludicidade das ações disponível nos espaços, a cultura local e o envolvimento da comunidade a curto, médio e longo prazo. O objetivo é e sempre será á comemoração  em si, porém, o pano de fundo revela a importância do brincar para o desenvolvimento integral na infância e a necessidade dessa experiência lúdica para uma formação cidadã do individuo á partir das relações na infância.




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