terça-feira, 12 de junho de 2018

Projeto Cinema Falado, em Curitiba


“O cinema não tem fronteiras nem limites e é um fluxo constante de sonho”, afirma Orson Welles. O cinema é uma arte que projetar sonhos, retratar á ficção cientifica de forma contundente e reconstruir fatos verídicos históricos ou não. O cinema falado é: Ação sociocultural beneficente que realiza sessões de cinema com debate para dois públicos um de convidados que financia realização da mesma sessão de cinema para jovens na periferia. A proposta é realizada em cooperação entre a Paralela, CUFA e Labuta. Os filmes são selecionados de modo a promover o diálogo sobre temas relevantes para os dois públicos. No dia 05/06, realizou-se a primeira sessão para convidados na Sede da Paralela com a projeção do filme de François Truffaut “Os Incompreendidos (1959) e conversa moderada pela antropóloga social Katia T. P. da Silva sobre a história familiar, social e educacional de um jovem de 14 anos na França do pós-guerra. Pós-filme discutiu-se a opressão, abandono, violência educacional e familiar  vivida  pelo jovem  Antoine Doinel. Destacou-se a luta por liberdade do jovem contra a marginalidade e invisibilidade a que foi relegado.
No sábado 15/06, será realizada a sessão de cinema gratuita para os jovens em colaboração com a CUFA e.....  para tratar do mesmo filme e promover uma conversa com jovens no sentido de abrir janelas para a reflexão a partir do filmes importantes para a história do cinema. Acreditamos que uma ação cultural com cinema de forma colaborativa mobilizará jovens para o entendimento de suas próprias experiências. A semelhança sessão mantém-se o processo de reflexão e inclusão social pelo cinema que, com a reflexão crítica sobre o papel das populações locais frente as políticas de promoção e igualdade, frente aos processos de secreção racial, social e outros.



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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Taça das Favelas 2018


UM GOL PARA TODA A VIDA!
No sábado dia 9, o Estádio Érton Coelho Queiroz, mais conhecido como Vila Olímpica no Boqueirão foi palco das finais da Primeira 1ª Taça das Favelas. Após noventa e cinco dias de competição em varias localidades, nas favelas o time União de Guaraituba de Colombo ganhou a primeira Taça das Favelas do Paraná. A competição é promovida pela AEC - Central Única das Favelas (Cufa) e produzido pela Labuta, primeira agência de negócios sociais do Estado. Durante os três meses á competição movimentou jovens de Curitiba e Região Metropolitana. Em segundo ficou Vila Leonice, time que leva o nome do campeão de lutas Mauricio Milani Rua, o Shogun, é um lutador brasileiro de artes marciais mistas e o time é uma iniciativa que surge á partida das peneiras da Taça na região á onde o Instituto Shogun atua junto à crianças e adolescentes no combate e prevenção as drogas.
Confira todos os detalhes em:
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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Liga e Cufa, inaugurará sede em Londrina


Após alguns anos de atividades nas ruas, praças e espaços emprestados,  em Londrina, estamos preste á inaugurar o nosso Centro Esportivo, Cultural e Profissionalizante – o CECP. Com previsão de abertura para segunda quinzena de julho, o local funcionará como um espaço de aproximação entre os setores mencionados permitindo, acima de tudo, a exposição integrada dos diversos saberes e experiências locais. O objetivo do CECP é auxiliar os jovens á ter autonomia em escolhas impares através da cultura, esporte, informação e formação e empreendedorismo, buscando desenvolver suas potencialidades e confiança frente aos desafios diário e possibilitando-os colocarem em prática os sonhos. A iniciativa partiu do diretor geral da Liga Paranaense dos Dragões – Mestre Kim e após acionar alguma autoridade pública, lideranças comunitárias, academias de artes marciais, professores e mestres. Algumas reuniões e vista de espaços foi destinado um espaço no Centro Comercial do Aquilles Sthengel – Cinco Conjuntos. Na organização está a Central Única das Favelas, Liga Paranaenses dos Dragões, Conect Planta e a Labuta, que é o primeiro selo social de inovação comunitária com fins empreendedorismos social. Nasceu da necessidade de uma identidade visual paranaense focado no desenvolvimento das favelas e moradores. Tem por objetivo central fomentando, fortalecer e promovendo novas oportunidades empreendedorismo coletivo. Tem como missão a elaboração de conceitos, metodologias, projetos, programas e práticas que contribuam na formulação e avaliação de políticas públicas voltadas para a superação das desigualdades sociais, em favelas. É composta por uma equipe multidisciplinar, em sua maioria por jovens moradores de favela. Juntos visam oferecemos soluções em assessoria de imprensa, marketing digital e comunicação empresarial, nada engessado, mas sim de acordo com a realidade com o negócio – seja ela uma pequena, média ou grande empresa, reunir empreendedores sociais que queiram inovar em qualquer área e ramo de atividade sócio-comunitária ou que procuram desenvolver novos modelos de negócios escaláveis e que seja repetível em outras favelas.



Os interessa do em saber mais ou se torna um voluntário ou parceiro pode acesso os contatos á baixo ou nos enviar e-mail.
E-mail: contato.cufaparana@gmail.com

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Empreendedorismo social: a transformação socioeconômica

VERSOS & PROSAS 
Por: José Antonio Campos Jardim
Desde outrora o ser humano inova nos métodos financeiros para própria subsistência. As favelas não se diferenciaram e nas últimas décadas ganhou o mundo através dos seus múltiplos negócios comunitário. Ao adentrar-nos mais variados seguimentos comerciais passaram ser cruciais não só á economia local, mas, ao desenvolvimento financeiro global. E, por via da ideia socioeconômica delineou outros olhares, as favelas, antes marginalizadas, deu-lhe lugares de destaque no capital financeiro bruto. Em suma, os empreendedores sociais integraram aos modelos de empreendedorismo universais por intermédio do capital local antes abnegado pelas especulações macroeconômicas.  Desta forma, passaram contribuir economicamente na evolução do país oferecendo produtos e serviços, à população suprimida do mercado tradicional, auxiliando no combater a pobreza e diminuir a desigualdade social.

(Foto: Giban)
O empreendedor social cria negócios lucrativos que resolvem problemas sociais. Mas, antes de tudo isto acontecer houve-se um tempo que o termo em questão era desconhecido da maioria dos nossos pares. E, em meio às ideias segregacionistas que entendemos que seríamos aqueles que impõem as mudanças em nosso favor, driblando os estigmas impostos e redistribuir as riquezas. E, por vontade de subsistir ao mercado é que ultrapassamos á visão metodológica cientifica na qual sugere que só é possível galgar economicamente através da macroeconomia. Distante do conhecimento de muitos de nós o termo empreendedorismo, recém-chegado nas universidades brasileiras por volta da década de 80, nos cursos de especializações, restringia-se aos estudantes de classe abastada, principalmente aos jovens que cresciam ouvindo histórias de sucesso. Há nós, era condicionado á crença autolimitante e, ser autônomo uma má ideia, talvez seja está imagem do subalterno que nos manteve satisfeito em só vender á mão de obra.
Escolhemos viver as sobras das nossas riquezas, sabidos, mas, assombrados pelo capitalismo selvagem sem ética para com as necessidades sociais, ambientais, políticas, culturais e do próprio individuo. Sob as resalvas de não nos vincularmos á imagem do empresário frio e calculista, sem responsabilidade social que valoriza o lucro. Enfim, ultrapassamos as primeiras barreiras da exclusão e inclusão, do assistencialismo, impostas sob a ausência daquilo que é necessário para melhor qualidade de vida do individuo. Diante de tantos desafios nas favelas, o empreendedorismo social tem um papel especial, não só de superação frente os estigmas, mas, proporcionado uma cultura empreendedora com resultados sistêmicos para toda sociedade, gerar renda e emprego, qualidade de vida, possibilitando outros á idealizar, conceber, projetar, executar, inovar e procurar soluções para problemas sociais. 
Ao passar dos anos aprendemos á diferenciar modelos de negócios, optamos por sustentabilidade financeira das ações e projetos sociais, desenvolvemos o livre mercado como quaisquer outros modelos de negocio financeiro, porém, promove lucro ou a renda na base, aproveita as oportunidades para beneficiar diretamente os pares, coibindo imigração dos nossos jovens para o mercado ilegal, a exemplo: 
O Menino Empreendedor I: http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/o-menino-empreendedor-1ty48va9ba1g7euamzaium01k Transformações estas só acontecem de dentro para fora, onde o individuo se propõe a melhorar não só á sua qualidade de vida financeira, mas, do coletivo; se propõe a encontrar soluções e a construir meios para melhor qualidade de vida da comunidade. Robert Menezes disse que: "Empreendedorismo é a arte de fazer acontecer com motivação e criatividade." Como dito nesta reflexão é que diariamente buscamos renascem e geral grandes oportunidades. Convido á conhece Conecte Planta: https://www.conecteplante.com.br/ uma das nossas iniciativas de empreendedorismo social. Enfim, precisamos de muitos mais empreendedores sociais em nosso país, repensando diariamente os modelos de negócios nos seus contextos, capacitados e qualificando os seus pares e juntos proporcionarmos á transformação que queremos no mundo.  Em linhas gerais é das dificuldades diversas á necessidade de existência que surgem as boas ideias.
José Antonio Campos Jardim- Formado em Psicologia, Teologia e Técnico em Dependência Química. Empreendedor social, colunista do Verso & Prosas, ativista social e produtor cultural, Presidente Estadual da Central Única das Favelas do Paraná.


domingo, 3 de junho de 2018

Intervenção de Arte Urbana AcorDar Too - Toledo Pr


Toledo sedia o Intervenção de Arte Urbana AcorDar Too. O evento que iniciou quarta-feira, 30, e estende-se até domingo (3). Na sexta-feira foi realizada uma oficina para alunos de 12 a 29 anos. 30 alunos do CJU do Jardim Europa participaram da ação, com uma programação variada de cursos aos jovens, oficinas, bate-papos e muita arte. As oficinas estão sendo, oferecidas pela Paris 68, empresa fabricante de spray, que disponibilizou 90 latas de tinta para serem utilizadas no evento, além de custear as despesas do artista Michael Davis, aos jovens do Centro da Juventude (CJU). Márcio Antonio Bombardelli, no Jardim Europa, estão tendo a oportunidade de acompanhar Intervenção de Arte Urbana AcorDar Too, que tem como objetivo promover a arte do grafite. 
GALERIA A CÉU ABERTO

Serão vários grafiteiros que receberão á missão de colorido o CJU. Os muros são espalhados pela dependência do espaço, mas quem quiser conferir pode fazer um tour fazendo uma rota pela arte urbana e bater um papo com os artistas da Costa Oeste Crew. O diretor da CUFA, Isaac de Souza, diz que a atividade é importante esse aprendizado novo. “Essa atividade serve para dar o protagonismo aos jovens e mostrar que eles podem fazer algo inovador e diferente. E a arte é algo que pode dar essa oportunidade para as pessoas mostrando que elas sabem fazer algo que as diferencia dos demais” comentou Isaac.

Paraná, sempre teve nomes em destaque, nos últimos anos os artistas integrantes da Cufa têm ganhado destaque, á exemplos Isaac Souza, Francês Ramalho e Anderson M. da Silva. A arte do graffiti é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular diz que o graffite é um tipo de inscrição feita em paredes. Existem relatos e vestígios dessa arte desde o Império Romano. Seu aparecimento na Idade Contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.







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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Taça das Favelas 2018 - Paraná


UM GOL PARA TODA A VIDA!
Entre eliminatórias e peneiras, o torneio segue dando oportunidades para os novos talentos brilharem, proporcionando novas experiências educacionais e culturais aos jovens envolvidos. Nesta primeira edição no Estado do Paraná, a Taça reuniu através das peneiras dezenas de jovens moradores de favelas com idade entre 13 e 17 anos, em 15 dias os 32 técnicos e auxiliares tiveram á difícil missão de escolher 16 jovens para compor as suas seleções e 350 garotos se espalham nas 16 equipes. As peneiras compõem á fase inicial da primeira edição da “Taça das Favelas”. Na segunda fase as 16 equipes jogaram entre si, fase de mata-mata – o time que perde é eliminado. Após algumas rodas disputadíssimas em Colombo e Curitiba entre os oitos equipes que compõem as chaves A, B, C e D, dois times seguiram ruma as semifinais são eles. No dia 13 de Maio no Campo do Imperial – Colombo, á torcida presente conheceram os quatros finalistas e subsequentes às duas equipes que seguem representando suas comunidades e á cidade, foi um duelo de gigantes pode-se dizer, ou seja, os dois jogos mais disputados da competição até agora, os jovens atletas do Jogo Rápido e União Guaraituba deram tudo de si dentro do campo e no tempo corrido como espera deu empate 2 x 2 – já nos pênaltis o time União ganhou do Jogo Rápido. Na segunda partida deu Ana Terra 3x1 sobre o MK Futebol.
Ana Terra 
União Guaraituba
Shogun á surpresa do campeonato segue firme e invicto, nesta quinta, dia 31 de Maio dando continuidade mais quatros times vão movimentar as chaves C e D de Curitiba – se aos times: Jatobá, Vila Leonice e ADESP; para disputarem as ultimas duas vagas restantes. As duas partidas aconteceram ás 13h40 no Campo da Vila Pinheirinho Zona Sul de Curitiba, entre Jatobá x Vila Leonice e ADESP x Shogun. A Taça das Favelas é o maior torneio de futebol de campo entre favelas do mundo! Ao todo, mais de 100 mil jovens participam da competição, que se inicia nas peneiras internas nas comunidades até a grande final. A competição visa contribuir para a promoção da inclusão social através do esporte, influenciando positivamente a realidade de crianças e jovens brasileiros.
A Taça é uma oportunidade de promover a integração das comunidades, a ressignificação do território e o fortalecimento da autoestima da juventude das favelas. E dando sequencia á todo este legando no Domingo dia 3 de Junho, em Colombo no Estádio Bola de Ouro – ás 10h30, dois jogos dará inicio á grande fina da Taça das Favelas 2018. Mas o grande momento esperado por todos ficará para o dia no dia 9 de Junho – 9h na Vila Olímpica, Alto Boqueirão vai receber os dois times vencedores que disputaram 1º e 2º lugar. Na ocasião serão revelados os nomes dos jogadores que compõem á seleção das favelas e farão um jogo amistoso nas dependências da Vila com o time de base do Paraná Clube. Como também os atletas escolhidos para fazer teste no Paraná, ou seja, dia de muita festa e sem duvida será uma grande festa, pois mais do que um torneio esportivo, a Taça das Favelas é o campeonato da integração social, levando a milhares de jovens valores educacionais e de cidadania.





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