quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Palestra: Empoderamento, racismo e mídia social


O Brasil tem uma dívida histórica e eterna com a população negra, fruto da escravização e de todos os processos de exclusão, marginalização e dos mecanismos ilegais que foram criados para o extermínio da população negra que se amplia desde a chegada dos nossos irmãos em solo brasileiro. Nós, os membros da Central Única das Favelas, no Paraná acreditamos e entende que a luta travada por nossos pares historicamente contra a escravização não só nos movimenta frente as demandas em favor do outro, porém, diretamente torna-nos abolicionistas, frente e na resistência ao processo eugênico. "Todavia, de igual forma aos outros participantes são peças fundamentais na construção dos movimentos sociais, nas lutas de classe e finalmente, torna estes movimentos parte da política partidária que por sua vez, são fundamentais para que, hoje, estivéssemos aqui falando sobre todo contexto histórico e ocupação de espaços. No entanto, dialogando sobre os processos que envolvem a diáspora africana, vale ressaltar que o termo é a denominação dada a um fenômeno sociocultural e histórico ocorrido nos países africanos, caracterizado pela imigração forçada da população africana a países que adotavam a mão de obra escravizada" - afirma Zé da Cufa. Contudo, seguimos ampliando nossas bases de diálogo e desta vez a palestra foi no Colégio Estadual Marli Queiroz de Azevedo, em Curitiba na Vila Vitória Régia, os alunos puderam no mês da consciência negra, refletir sobre a necessidade de trilharmos novos rumos, entender a necessidade da representatividade e da organização dos grupos para o fortalecimento de nossas pautas, em diferentes caminhos na superação das diferenças e desigualdades sociais. Todavia, trazendo para o campo político os negros sempre estiveram presentes e atuantes nas atividades sociais e promovendo através das militâncias a inserção de suas pautas para a mudança das políticas públicas, pois, sabemos que a inserção dos negros nos espaços de poder é uma luta travada a séculos.



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O uso do break para inclusão social de crianças e adolescentes, no Paraná


O Hip Hop é um movimento que, há 20 anos, sobrevive nos guetos brasileiros mesmo sem o apoio da mídia, e se fortalece a cada dia, arrebatando admiradores de todas as camadas socioeconômicas e deixando para trás o rótulo de "cultura do excluído". Ao longo de sua existência, esta manifestação cultural vem criando um movimento forte, atraente, com grande potencial, e segue abrindo portas para novos nichos comerciais ainda não explorados. Para compreender a importância do Movimento Hip Hop como ferramenta fundamental de inclusão social é preciso, antes de mais nada, conhecer a sua origem, significado e importância no contexto periférico. Muito simpatizante nos últimos anos passaram a denominar o movimento, porém, uma outra grande maioria, estes jovens moradores de favela além de dominar os elementos o rap, o grafite, o DJ, o Break e o conhecimento, o defino como movimento cultura periférico de resistência. Cultura está composta de cinco elementos citados a cima.
No entanto, através de uma linguagem própria, a Central Única das Favelas ampliar suas formas e possibilidades de expressão e alcance. E, o Movimento Hip Hop é uma das ferramentas utilizadas e deste modo, ela vai difundindo a conscientização das camadas desprivilegiadas da população com oficinas de capacitação profissional, entre outras atividades, que elevam a autoestima da periferia quando levam conhecimento a ela, oferecendo-lhe novas perspectivas. A exemplo o professor Mario Kachopa, na região Oeste do Paraná, ele utiliza do break, trabalhar com músicas, imagens, filmes e dança, todavia, desenvolver não só a inclusão dos adolescentes ao universo cultural, mas aguçando o senso crítico. No dia 23/10 os alunos da oficina de Dança do Centro de Convivência de Santa Tereza junto com o professor Mário Meira participaram do Terceiro Festival de Hip Hop em Guaraniaçu, ao qual confraternizaram com os municípios de Três Barras do Paraná, Boa Vista e Guaraniaçu, em uma Mostra de Danças Urbanas espetacular. A aluna Natália, mais uma vez foi destaque e conseguiu o prêmio de dançarina destaque dentre todas as dançarinas que estavam participando, mostrando muito potencial para a dança.



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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

CUFA Curitiba palestra sobre o dia nacional da consciência negra


O dia da consciência negra é uma data celebrada no Brasil no dia 20 de novembro. Este dia está incluído na semana da consciência negra e tem como objetivo uma reflexão ampla sobre a introdução dos negros na sociedade brasileira e as condições atuais. A Central Única das Favelas do Paraná todos os anos não só no mês em questão, mas durante todo ano tem visibilizado por meio das ações, projetos e das discussões os rumos do empoderamento dos jovens negros e trazendo à tona questões sobre racismo e as interpelações a realidade atual, porém, levando o individuo a reflexão do contexto histórico, fazendo entender que os negros não foram tratados com respeito como outros povos em solo brasileiro, passando eles por grandes processo de sofrimentos, marginalização e segregação. Todavia, no caso das mulheres negras, observa-se que muitas vezes, elas erram escravizadas nos trabalhos rural e braçal, nas casas e serviam de escravas sexuais para os patrões e seus filhos, feitores e capitães do mato, que depois as abandonavam. Os homens pelo contrário, foram escravizados para prestar serviços pesados aos homens brancos, tendo que viver em condições desumanas, amontoados dentro de senzalas.
“O dia da consciência negra surgiu para lembrar o quanto os negros sofreram e sofrem com o racismo, em nosso país, desde a colonização do Brasil  e devemos refletir sobre suas lutas, suas conquistas, mas, também elevar a autoestima e o empoderamento dos jovens negros nas favelas paranaense, pois, em nossa história temos fatos triste, mas também lindas história de superação que é exemplo para estes adolescentes” – afirma presidente da CUFA Paraná e psicólogo Zé da Cufa. No entanto, é informado aos participantes no caso através das palestras que o dia 20 de novembro foi escolhido como uma homenagem a Zumbi dos Palmares, data na qual morreu, ele um lutador frente as atrocidades, lutou e deu sua vida em favor da liberdade do seu povo no Brasil, em 1695. Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, foi um personagem que dedicou a sua vida lutando contra a escravatura no período do Brasil Colonial, onde os escravos começaram a ser introduzidos por volta de 1594. Um quilombo é uma região que tinha como função lutar contra as doutrinas escravistas e também de conservar elementos da cultura africana no Brasil. A atividade foi desenvolvida pelo grafiteiro e coordenador da Cufa Curitiba Francês e teve o apoio da Anjuss e aconteceu na cidade de Almirante Tamandaré – PR. A Palestra: Empoderamento, racismo e mídia social, aconteceu no Colégio Estadual Tancredo Neves.
 





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Projeto Dialogando: Oficina combate as drogas com palestra educativa


O núcleo de atividades da Central Única das Favelas, em Cambé por via de regra oferece aos alunos aulas de futsal com o professor de educação física Ivan Camilo, mas nos últimos anos foi incorporado outras atividades, a exemplo: Festa do dia das crianças, festa junina, dia das mães, entre outras; mas recentemente incluiu-se as palestras sobre drogas, violência, juventude e racismo. Todavia, os objetivos é proporcionar reflexão, porém, incutir em mente a importância da ludicidade na formação identitária, bem como, disponibilizar os princípios da aprendizagem e desenvolvimento humano, contamos para isto, com profissionais capacitados e experientes, desta forma, os treinos são oferecidos três vezes por semana e, além de contar com o acompanhamento no desenvolvimento físico, motor, técnico, tático, respeitando a individualidade biológica, mas, alunos tiveram uma palestra de prevenção as drogas. Na ocasião, o psicólogo e técnico em dependência química Marcos Silveira esteve com os alunos em uma agradável conversa de roda. A Coordenação do projeto e seleção da equipe de treinamento ficará a cargo do professor de educação física Ivan Camilo e da Central Única das Favelas de Cambé, inclusive quando o projeto se estender para outras localidades. A palestra foi a primeira da série de ações e oficina, ambas visando prevenção, pois, precisamos falar sobre drogas com nossas crianças. Temos que dizer o que é, como prevenir, como tratar e o que é que o município oferece como tratamento. No entanto, temos que quebrar esse tabu para vencer esta guerra. O projeto Dialogando, está falando a anos de uma doença crônica, que é progressiva.
A palestra foi realizada na última segunda-feira, dia 12/11 estive bate um papo com as crianças do projeto social de futebol realizado no Jd. São Francisco pela CUFA CAMBÉ coordenado pelo treinador Ivan. Falamos sobre uso de drogas e a importância das nossas decisões. CUFA LONDRINA-PR e a Clinica Gran Vitória.

Agradeço muito a oportunidade!






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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Escolinha de futebol, São Francisco em Cambé


E, como o futebol é um esporte que está sempre na moda e as crianças tem certa admiração pelos ídolos do futebol, a Central Única das Favelas através da escolinha de futebol São Francisco, uma década de serviços prestados a comunidade local, a escolinha de futsal tem por objetivo oferecer aos alunos participantes a oportunidade de aprendizagem dos fundamentos do futebol, contribuindo para o desenvolvimento educacional individual e coletivo, oportunizando-os através do futebol, o cultivo de habilidades, a interação social, o entretenimento, a promoção e a manutenção da saúde, o resgate da autoestima, a melhora das aptidões física e mental, na busca pelo desenvolvimento integral do ser humano. Todavia, auxiliamos os participantes tanto no desenvolvimento físico, motor, técnico, tático, respeitando a individualidade biológica, os objetivos, a faixa etária, tendo em mente a importância da ludicidade na formação, bem como os princípios da aprendizagem e desenvolvimento humano, e contando para isto com profissionais capacitados e experientes, desta forma, os treinos são oferecidos três vezes por semana e, além de contar com o acompanhamento do professor de educação física Ivan Camilo durante as aulas os alunos também recebem atendimento com o psicológico Marcos Silveira. A Coordenação do projeto e seleção da equipe de treinamento ficará a cargo do professor de educação física Ivan Camilo e da Central Única das Favelas de Cambé, inclusive quando o projeto se estender para outras localidades.






(alunos com o Prof. Ivan Camilo) 
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sábado, 17 de novembro de 2018

NOVEMBRO AZUL: A IMPORTÂNCIA DE SE CUIDAR


Novembro Azul é um movimento mundial que acontece durante o mês de novembro para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. A doença é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens brasileiros – de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), estima-se que serão mais de 68 mil novos casos da doença ainda em 2018. E as maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos, além de pessoas com presença da doença em parentes de primeiro grau, como pai, irmão ou filho.
Para alertar sobre a importância de os homens cuidarem da saúde, a Fundação do Câncer desenvolveu uma campanha especial para a data, baseada nos tabus que rondam o comportamento masculino: “Homem não chora. Homem tem que ser forte. Homem não cozinha. Homem não passa roupa. Homem não lava louça. Homem não fica doente. Homem não morre.” A ideia é tornar os homens mais conscientes e alertar para alguns preconceitos que podem colocar em risco suas vidas. Fique atento.
No Brasil, o câncer de próstata é o 2º mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma), segundo o Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). A taxa de incidência da doença é 6 vezes maior nos países desenvolvidos se comparados com os países em desenvolvimento, e a previsão é de que em 2016 ocorram 61.200 novos casos (INCA). 
O diagnóstico só é possível por meio de dois exames: o antígeno prostático específico (PSA), que permite rastrear e definir a sequência ideal de tratamento nos pacientes com neoplasia de próstata avançada, e o ainda temido exame de toque. “O  toque retal, um exame rápido - dura segundos, é praticamente indolor e não afeta em nada a masculinidade do homem - deve também ser realizado, já que o PSA não é eficaz sozinho. Cerca de 20% dos casos diagnosticados ao toque retal podem cursar com PSA normal ao diagnóstico. Infelizmente, ainda há muito preconceito com esse exame. Aproximadamente dois terços dos homens brasileiros não se submetem ao toque retal de rastreamento.  Os dois exames juntos (toque e PSA) conseguem diagnosticar 80% dos casos de neoplasia de próstata”, alerta Paladini.
Fontes:
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